Documento gerado do prontuário, assinado e verificável
Documento clínico é retrabalho previsível: os mesmos dados do paciente, copiados de novo, num modelo que alguém guardou em outro arquivo — e que talvez não seja mais a versão certa.
Os tipos previstos pelo Conselho
Atestado, declaração, relatório, laudo e parecer seguem a estrutura esperada pelo CFP. Os dados do paciente e do profissional entram automaticamente, e um checklist aponta o que ainda falta antes de emitir — porque a pendência descoberta depois da entrega custa mais do que a descoberta antes.
TCLE e contrato assinados sem impressora
O termo é enviado ao paciente e assinado eletronicamente, com código de uso único e trilha de evidências do que foi assinado, por quem e quando. Para os casos que exigem mais formalidade, há assinatura com certificado ICP-Brasil.
Quem não assinou recebe lembrete, em vez de o documento ficar parado esperando alguém lembrar de cobrar.
Verificação por quem recebe
Cada documento emitido pode ser conferido por quem o recebeu, sem acesso ao sistema e sem contato com a clínica. É o que separa um PDF que qualquer editor de texto produz de um documento que sustenta a própria origem.
Anexos do paciente no lugar certo
Exames, encaminhamentos e documentos externos ficam anexados ao paciente, com controle de quem pode ver e registro de cada acesso. A exclusão passa por lixeira, então apagar por engano não é definitivo.
Perguntas frequentes
A assinatura eletrônica tem validade?+−
Quem recebe o documento consegue conferir se é autêntico?+−
Posso criar meus próprios modelos?+−
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